Biblioteca Nacional Brasileira no Rio de Janeiro

Biblioteca Nacional Brasileira no Rio de Janeiro

A Biblioteca Nacional Brasileira, localizada no Rio de Janeiro, é uma das maiores bibliotecas do mundo, abrigando nove milhões de itens. Fundado por Dom João VI em 1810, o seu percurso começou de forma improvável, inicialmente alojado em instalações como o Hospital da Ordem Terceira. O imponente edifício, erguido durante a Primeira República, foi inaugurado em 1910 e é um símbolo de erudição e cultura.
Biblioteca Nacional Brasileira no Rio de Janeiro
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Hoje no Brasil: Embraer é fundada

Hoje no Brasil: Embraer é fundada

Em 19 de agosto de 1969 ocorreu a criação da Embraer (Companhia Brasileira de Aeronáutica). A organização surgiu como parte de uma iniciativa do governo brasileiro dentro de um plano fundamental para estabelecer a indústria aeronáutica nacional. Inicialmente, foi estruturado como uma entidade de economia mista vinculada ao Ministério da Aeronáutica.

Hoje no Brasil: Embraer é fundada

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Qual é a moeda usada no Brasil?

Qual é a moeda usada no Brasil?

O real é a moeda do Brasil e é representado pelo símbolo “R$” e pelo código internacional “BRL”. A moeda é dividida em centavos, e tanto as notas quanto as moedas vêm em várias denominações. As notas mais comuns incluem R$ 2, R$ 5, R$ 10, R$ 20, R$ 50, R$ 100 e R$ 200. Além disso, existem moedas R$ 1 e moedas de centavos de R$ 0,05, R$ 0,10, R$ 0,25 e R$ 0,50 .

Qual é a moeda usada no Brasil?

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Shindo Renmei no Brasil: Guerra e Terror

Shindo Renmei no Brasil: Guerra e Terror

Em meio à tumultuada década de 1940, o Brasil inesperadamente se tornou palco de uma narrativa obscura, mas impactante – a ascensão e queda da organização Shindo Renmei. Tendo como pano de fundo a Segunda Guerra Mundial, esse grupo nacionalista japonês gravou uma história intrigante no tecido cultural do Brasil, desenterrando a intrincada interação das lealdades do tempo de guerra e os desafios de assimilação para as comunidades imigrantes.

Shindo Renmei no Brasil: Guerra e Terror

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Floriano Peixoto e a Queda da Monarquia Brasileira

Floriano Peixoto e a Queda da Monarquia Brasileira

O último gabinete do Império brasileiro nomeou Floriano Peixoto (1839-1895), ilustre soldado e veterano da Guerra do Paraguai, para o cargo de ajudante-general do exército. Ele era natural de Alagoas e tinha forte ligação com o Partido Liberal. Assim como Deodoro, ele havia participado bastante da campanha contra López. Ele voltou como tenente-coronel.

Floriano Peixoto e a Queda da Monarquia Brasileira

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O primeiro livro censurado pela República Brasileira

O primeiro livro censurado pela República Brasileira

Eduardo Paulo da Silva Prado (São Paulo, 1860 – São Paulo, 1901), mais conhecido como Eduardo Prado, foi um dos mais notáveis escritores e analistas políticos brasileiros. Foi membro fundador da Academia Brasileira de Letras, colaborador da obra “Le Brésil” – publicada em 1889 por ocasião da Exposição Internacional de Paris – e amigo do Barão do Rio Branco e do escritor português Eça de Queirós .

O primeiro livro censurado pela República Brasileira

 

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Biografia Alberto Nepomuceno

A história de Alberto Nepomuceno

Alberto Nepomuceno (1864-1920), maestro e compositor brasileiro, nasceu em Fortaleza, capital do Ceará. Seus pais eram Vitor Augusto Nepomuceno e Maria Virgínia de Oliveira Paiva. Começou a estudar música com o pai, que era violinista, organista, professor e mestre de capela na Catedral de Fortaleza. Em 1872, Nepomuceno e sua família mudaram-se para o Recife, onde começou a estudar piano e violino. Tornou-se um ferrenho defensor das causas republicanas e abolicionistas no Brasil.

Biografia Alberto Nepomuceno
Retrato de Nepomuceno (1895) de Eliseu Visconti.
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Resenha: Por que continuo a ser monarquista, de Joaquim Nabuco

Resenha: Por que continuo a ser monarquista, de Joaquim Nabuco

O livro “Por que continuo a ser um monarquista” de Joaquim Nabuco é uma obra que explora as razões pessoais e históricas do autor para manter sua posição monárquica em um contexto republicano. Publicado em 1913, o livro, originalmente lançado como uma carta ao Diário do Comércio, apresenta argumentos baseados na tradição, na estabilidade política e nas características do sistema monárquico que o Brasil vivia antes do golpe militar de 1889.

Resenha: Por que continuo a ser monarquista, de Joaquim Nabuco
Por que ainda continuo monarquista, de Joaquim Nabuco

 

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